Goldman Sachs: volume de negociação cripto cai há 10 meses e ponto de virada se aproxima

Resumo de mercado por IA
O Goldman Sachs destaca uma queda de 10 meses nos volumes de negocia"""o de cripto (cerca de -75% em rela"""o ao pico), apesar de uma recente recupera"""o da capitaliza"""o de mercado de cripto, sugerindo que a liquidez e a participa"""o permanecem fracas. O banco argumenta que os volumes podem mudar de dire"""o se a capitaliza"""o de mercado se mantiver, enquanto os desdobramentos regulat"""rios (arcabou"""o de isen""""o da SEC, poss"""veis cartas do OCC) podem melhorar o engajamento institucional. As avalia""""es do setor perto do percentil 30 sugerem expectativas contidas, sustentando um pano de fundo cautelosamente otimista para o 2"""o semestre.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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● Neutro
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Segundo a ME News, em 25 de agosto (UTC+8), com base em dados da Chaoxiang Research e em relatório do Goldman Sachs, o volume de negociação de criptoativos recuou 30% em julho e 21% em agosto, completando dez meses consecutivos de queda — período acima da duração mediana dos cinco ciclos anteriores. No acumulado, o volume está 75% abaixo do pico, enquanto a capitalização do mercado cripto avançou 21% na última semana. O Goldman Sachs avalia que, se a capitalização se mantiver nos níveis atuais, pode surgir um ponto de inflexão no volume negociado. No campo regulatório, 35% dos investidores institucionais apontam a incerteza regulatória como o principal entrave, e 32% veem a clareza regulatória como o principal gatilho. A SEC apresentou recentemente uma proposta de estrutura inovadora de isenção. Para 2026, a expectativa é que mais de dez empresas de ativos digitais recebam licenças bancárias (banking charters) do OCC, e mais de 15 empresas cripto já foram integradas ao sistema bancário federal. O relatório projeta que, em 2026, as empresas cripto reduzam as tarifas médias em cerca de 5%, o que pode elevar as margens de lucro operacional em aproximadamente 5,8 pontos percentuais. O banco mantém uma visão cautelosamente otimista para o segundo semestre, com as avaliações do setor hoje no percentil 30 da faixa observada nos últimos cinco anos. Entre as ações recomendadas, o Goldman cita COIN (preço-alvo: US$ 196), HOOD (US$ 124), IBKR (US$ 114; integrante da lista Goldman Sachs U.S. Conviction List) e FIGR (US$ 43). A tese varia por grupo: corretoras tradicionais são analisadas sob a hipótese de uma reversão em setembro; plataformas de previsão incorporam os ciclos eleitorais; e ações ligadas a cripto se apoiam em três vetores — recuperação da capitalização, redução de custos e avanço regulatório. (Fonte: ChainCatcher)