Excesso de zinco em suplementos é associado a fadiga persistente em homem de 42 anos
Uma reportagem de saúde relata que um homem de 42 anos, que frequenta academia, desenvolveu fadiga constante, “névoa mental” e infecções recorrentes após consumir zinco em excesso por um período superior a seis meses. O texto ressalta que, embora o mineral seja importante para a saúde, a ingestão excessiva pode causar toxicidade e atrapalhar a absorção de outros minerais. O caso é individual, mas chama atenção para riscos de segurança associados a suplementos de zinco e pode influenciar o comportamento de consumidores e o foco de reguladores. A reportagem aponta ainda que isso pode exercer pressão marginal sobre a demanda final por zinco como commodity.