21h ago
Dólar recua após dados econômicos e queda de 4% no petróleo reduzirem apostas de alta de juros pelo Fed
O índice do dólar (DXY) caiu 0,39% na sexta-feira, registrando a maior queda diária desde 11 de junho. Em dois dias, o recuo acumulado foi de 0,44%, no movimento mais forte desde o início de maio. Um indicador-chave de inflação dos EUA em linha com as previsões e a queda de 4% no preço do petróleo reduziram as apostas do mercado em novas altas de juros pelo Federal Reserve, com expectativa de elevação aproximada de 25 pontos-base. Após três dias de alta impulsionada por comentários mais duros do novo presidente do Fed, Kevin Warsh, o dólar passou por uma correção técnica.
21h ago
1d atrás
Dólar recua ante principais moedas com apostas menores em novas altas de juros pelo Fed
O dólar caiu na sexta-feira frente às principais moedas, após o mercado reduzir as expectativas de novas altas de juros pelo Federal Reserve, movimento influenciado por dados econômicos recentes e pela queda do petróleo. Apesar do recuo no dia, a moeda americana caminha para registrar o mês mais forte desde julho de 2025. Indicadores de inflação vieram em linha com o esperado, e o recuo nos custos de energia ajudou a desacelerar o ritmo de aperto pelo Banco Central Europeu. Ainda assim, o Fed segue projetado para elevar os juros, apoiado pela resiliência da economia dos EUA.
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Entradas em fundos de ações caem para US$ 7,51 bilhões na semana encerrada em 24 de junho
Fundos globais de ações registraram entrada líquida de US$ 7,51 bilhões na semana encerrada em 24 de junho, uma forte desaceleração em relação ao período anterior. Houve resgates em fundos de ações dos EUA, enquanto o setor de tecnologia teve saída líquida de US$ 17,83 bilhões. A preocupação com gastos em tecnologia impulsionados por dívida, somada ao tom hawkish do Federal Reserve, reduziu a confiança e o apetite por risco. Em contraste, fundos de bonds tiveram a 12ª semana seguida de entradas, e os fundos de money market registraram a maior retirada semanal desde 15 de abril, segundo dados do mercado.
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Nasdaq cai com perdas de big techs após inflação superar 4,0% pela primeira vez em três anos
Na quinta-feira, a inflação nos EUA subiu acima de 4,0% pela primeira vez em três anos, enquanto o PIB foi revisado para cima e os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram de forma inesperada, reforçando a expectativa de alta de juros pelo Fed. O Nasdaq recuou com a queda de ações de tecnologia, com a Apple despencando 6,1% no dia e papéis de Nvidia, Microsoft, Alphabet, Micron e Qualcomm também em baixa. O Dow Jones avançou levemente e o S&P 500 ficou praticamente estável.
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Futuros do Nasdaq avançam 2% após Micron e Qualcomm destacarem demanda de IA
Os futuros do Nasdaq subiram 2% na quinta-feira depois que Micron e Qualcomm divulgaram projeções de resultados apontando forte demanda por infraestrutura de IA. As duas empresas estimam, juntas, US$ 37 bilhões em receita, impulsionando suas ações e melhorando o humor do mercado. O otimismo se espalhou para as bolsas asiáticas e europeias, com o setor de tecnologia em alta. A atenção agora se volta para dados de inflação e para a política do Federal Reserve, enquanto a queda do preço do petróleo pode aliviar as pressões inflacionárias, segundo analistas de mercado.
2d atrás
2d atrás
Ações de tecnologia disparam na Ásia após Micron anunciar US$ 22 bilhões em compromissos e Qualcomm projetar US$ 15 bilhões até 2029
Ações de tecnologia na Ásia avançaram após a Micron Technology anunciar US$ 22 bilhões em pedidos comprometidos de chips de memória e a Qualcomm projetar que sua área de data centers terá US$ 15 bilhões em vendas em 2029. O Nikkei subiu mais de 2% e o KOSPI avançou 5,5%, enquanto o MSCI Ásia-Pacífico (ex-Japão) ganhou 1,3%. Nos EUA, os futuros do Nasdaq saltaram 1,8% e os do S&P 500 subiram 0,5%. Já o recuo do petróleo foi atribuído a uma melhora do cenário geopolítico, sem relação causal direta com o movimento das ações de tecnologia.
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Dólar dispara e renova máxima de 13 meses com confiança na economia e apostas em alta de juros do Fed
O índice do dólar atingiu a máxima de 13 meses, impulsionado pela melhora da confiança na economia e pelas expectativas de que o Federal Reserve possa elevar os juros. O ouro recuou e ficou abaixo de US$ 4.000 por onça, enquanto o petróleo avançou diante do risco de guerra envolvendo o Irã. O texto também cita a postura hawkish do novo presidente do Fed, Kevin Warsh, e a proximidade de dados-chave de inflação nos EUA, o que tem levado o mercado a apostar na ampliação do diferencial de juros.
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2d atrás
Ações de tecnologia caem e companhias aéreas sobem com recuo do petróleo em sessão volátil
Os índices de Wall Street fecharam sem direção única: Nasdaq e S&P 500 recuaram, enquanto o Dow avançou levemente, com o setor de tecnologia pressionado por avaliações elevadas. A queda do petróleo impulsionou ações de companhias aéreas, após o preço do óleo atingir o menor nível desde o início do conflito com o Irã, ajudado pelo aumento de petroleiros no Estreito de Hormuz e pela afirmação do presidente Donald Trump de que o Irã não está cobrando pedágios. O mercado voltou a focar a possibilidade de uma segunda alta de juros até dezembro e aguardou o índice de preços PCE, principal medida de inflação acompanhada pelo Fed. Mesmo com o resultado da Micron acima das estimativas, o papel caiu no pregão e só reagiu no pós-mercado; já a Cerebras despencou 19,6% após reduzir sua projeção de margens e em meio à notícia de concorrência de chips pela OpenAI.
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2d atrás
Saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep reduz fatia do grupo na produção global em 2025
Os Emirados Árabes Unidos deixaram a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), alterando a participação do bloco na produção mundial de petróleo. Sem o país, a fatia da Opep em 2025 cai de uma estimativa de 35% para 31%, enquanto a participação do grupo mais amplo Opep+ recua de 46% para 42%. Os Emirados haviam ingressado na Opep em 1967 e eram o terceiro maior em capacidade, atrás de Arábia Saudita e Iraque, segundo a U.S. Energy Information Administration (EIA).
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